O segredo da longevidade: trabalho

“O melhor do mundo é a família. Me sinto vangloriada”.

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Simplicidade - Ao saber que seria homenageada pela Gazeta, dona Zayra gentilmente agradece.

Em poucas e simples palavras, muitos sentimentos podem ser transmitidos. Assim podemos começar a definir a entrevistada do Gente desta semana, que gentilmente concedeu entrevista poucos dias após completar seus 94 anos, sendo uma feliz coincidência com a mesma idade da própria Gazeta.

Os leitores terão a oportunidade de conhecer Zayra Marini. Filha, mãe, avó, bisavó, mulher. Desde muito cedo, ainda na zona rural, deu importância e colheu os frutos do trabalho. “Não sei como aguentávamos tudo isso naquela época”, conta com os olhos marejados, mesmo negando estar emocionada.

A longevidade tem seu preço. Apesar das mais de nove décadas bem vividas, as palavras são ouvidas só em tom mais elevado, e a independência completa ficou para trás. Mas a lembrança ainda é viva, e utilizando-se dela, a Gazeta arrisca-se na responsabilidade de uma singela homenagem.

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Leia mais na edição nº 10285, de 14, 15 e 16 de julho de 2018.